SOCIEDADE MANIFESTA APOIO À DEFENSORIA PÚBLICA

Desde que ajuizou ação civil pública em desfavor da empresa responsável pelo Camarote Salvador, na última sexta-feira (10), a Defensoria Pública da União na Bahia (DPU/BA) vem recebendo dezenas de mensagens de apoio em seus endereços eletrônicos.

Na ação, o defensor João Paulo Lordelo, titular do 3º Ofício Cível Ordinário, pede o embargo e a supressão imediata da estrutura já montada do camarote, localizado na Praça de Ondina. A solicitação tem fundamento em irregularidades existentes no processo de licitação, ocorrido no final de 2010.

Em nota pública divulgada à imprensa nos últimos dias, a Premium Produções, Criações Artísticas e Eventos Ltda. acusa a DPU/BA de ter movido a ação “com o intuito de depreciar, de violentar e de boicotar uma festa que é de todos”. A unidade rebateu a acusação em nota de esclarecimento, divulgada nessa segunda-feira (13), destacando que a ação “em nada afeta o Carnaval de Salvador, tendo em vista que o seu objeto se restringe a um contrato específico, que também é objeto de apuração pelo Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado da Bahia”.

Confira alguns trechos de mensagens de apoio recebidas pela DPU/BA:

“Apoio a ação movida contra o camarote Salvador através da DPU e a louvável atuação do defensor João Paulo Lordelo”, declarou América César.

“Fico realmente contente e me sinto representado quando vejo um tipo de ação como esta por parte da DPU e de seu defensor” – afirmou Pablo Florentino.

“Esta ação da Defensoria Pública da União faz fortalecer em mim a esperança de um país justo, ético e moral”, reforçou Milena Brito, professora adjunta da Universidade Federal da Bahia.

“Como cidadão soteropolitano manifesto meu apoio e apreço pela atitude tomada com relação ao Camarote Salvador. São atitudes assim que me fazem acreditar na possibilidade de construção de uma sociedade mais justa. Muito obrigado”, afirmou Arnaldo de Almeida.

“Venho manifestar meu apoio, agradecimento e admiração pela atitude corajosa e necessária de solicitação de embargo do Camarote Salvador. A praça é do povo e com trabalho e coragem de pessoas e instituições espero que tenhamos uma cidade digna e justa”, manifestou a professora do curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo, Ana Rosa Marques.

“Gostaria de parabenizar esta entidade que, nos últimos dias, reacendeu a esperança de inúmeros soteropolitanos”, afirmou Marta Argolo.

“Vejo nesta ACP, que pede o embargo e a supressão da estrutura do Camarote Salvador, o início de um processo de demonstração contundente de que o que é público não pode ficar a mercê do capital financeiro e do interesse de uma minoria”, ressaltou Priscila Valente Lolata.

“É um absurdo que os cidadãos sejam prejudicados em prol do ganho econômico de um grupo privado, que comercializa ingressos/ serviços em um espaço que deveria ser de todos”, completou Mariana Vaz.

CLIQUE AQUI PARA LER ESTA NOTÍCIA NO SITE DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO.

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