Lous será debatida no Teatro Vila Velha na próxima segunda

Os benefícios da Lei de Ordenamento e Uso do Solo (Lous), aprovada dia 29 de dezembro passado pela Câmara Municipal de Salvador, é o tema da primeira edição do projeto “A Cidade que queremos”, lançado pelo Teatro Vila Velha para debater questões atuais e o futuro de Salvador. Na próxima segunda-feira (30), a partir das 19h, na Sala Principal do Teatro, o assunto estará no foco de especialistas, autoridades, lideranças civis e cidadãos.O diretor do Teatro Vila Velha, Márcio Meirelles, é um entusiasta das mobilizações que estão ocorrendo nas redes sociais em favor da retomada da cidade para e pela cidadania. Ele explicou que a série de mesas-redondas para debater questões de Salvador está articulada com este movimento, insere-se no contexto da responsabilidade social do Teatro Vila Velha e, em sentido mais amplo, com a própria história do teatro, que na Grécia antiga funcionava como um elemento voltado para a saúde da pólis.

“A cidade está passando por um momento de desequilíbrio e ao mesmo tempo de retomada; e o soteropolitano está buscando o seu lugar através dessas mobilizações nas redes sociais e passeatas”, comentou.

Foram convidados para a primeira edição do evento o prefeito João Henrique Carneiro ou um representante; o presidente da Câmara Municipal. vereador Pedro Godinho; Glória Cecícila Figueiredo, da Sociedade Brasileira de Urbanismo; um representante da Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente da Câmara dos Vereadores; o Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-BA) e a Escola de Arquitetura da UFBA.

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Uma resposta em “Lous será debatida no Teatro Vila Velha na próxima segunda

  1. Porque João deve Desocupar a prefeitura

    Porque João governa a cidade apenas para os seus amigos das máfias dos transportes, do lixo e do capital imobiliário – ou seja, os donos das construtoras de prédios.

    João foi incapaz de fazer andar a obra do Metrô – o menor e mais caro do planeta, 6Km = R$ 1 bi. Recursos que vieram dos cofres públicos, ou seja, do nosso dinheiro.

    João deu anistia para as dívidas do Aeroclube (mais de R$ 50 milhõs) e não exigiu a construção do parque público previstro para o local.

    Mudou a Lei de Ordenamento e Uso do Solo (Lous) liberando o terreno do parque público no Aeroclube para a construção de hotéis na área que era do povo.

    Fez acordo com a Skincariol para construir 50 bares dotados de cozinhas industriais e banheiros na areia da praia. A Justiça mandou derrubar todas as barracas por causa dessa negociata financeira.

    Liberou mais de 800 licenças ambientais ilegais e imorais, que levaram à devastação das matas da Paralela, Horto Florestal, Cabula e Acupe de Brotas.

    Libera aterros de lagoas, rios, áreas protegidas e até tombadas desrespeitando leis de proteção ambiental. Mais aterros de vales e rios significa mais alagamentos na época das chuvas.

    Aproveita a miséria dos mais pobres, que sefrem com as tragédias das chuvas, para fazer decretos de emergência que favorecem farras de compras entre os amigos sem licitações!

    Permite a devastação ilegal de áreas da Ilha dos Frades para o projeto de turismo da Fundação Baía Viva, patrocinada pelo amigo construtor Carlos Suarez.

    Libera a construção de prédios sem cobrar Outorga Onerosa, ou seja, o município já deixou de receber cerca de R$ 1,5 bi para que os amigos construtores usassem as Transcons.

    A Transcon é um título emitido pela prefeitura para pagar a proprietários de áreas desapropriadas. O título é vendido entre construtores para aumentar a área construída de prédios na cidade.

    João extinguiu o Parque do Vale Encantado, área de matas de 1 milhão de m2 em Patamares, liberando a área para que seus amigos construtores façam prédios de 45 m de altura.

    Liberou para os amigos construírem prédios de 30 andares na Orla, que farão sombras nas praias, impedirão a passagem do vento, deixando mais abafado bairros do miolo da cidade.

    Para atender aos amigos João rejeitou a participação popular no seu governo, nunca instalou o Conselho da Cidade, eleito democraticamente, e ainda acabou com o poder deliberativo deste órgão.

    Acabou com o poder deliberativo do Conselho do Meio Ambiente. Nenhum conselho funciona no seu governo. João é um boneco autocrático e ditatorial que sabe enganar o povo usando a mídia.

    Estamos indignados com esta situação que enlameia a vida e a história de Salvador. Somos cidadãos. Precisamos agir. Participar coletivamente dos destinos da cidade. O nosso primeiro grito é

    DESOCUPA JOÃO!

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